Evolua Capital

Saber quanto vale a sua empresa antes que alguém diga por você.

Avaliação técnica do valor da empresa, feita a partir dos números da operação e de referências de mercado. Base para vender, planejar a sucessão, admitir um sócio ou resolver uma disputa societária.

Quem construiu uma empresa sabe de cor os números da operação: faturamento, margem, folha, estoque. Quanto vale o negócio inteiro, porém, quase nunca tem resposta pronta. E a pergunta costuma chegar sem aviso: numa proposta de compra, numa conversa sobre sucessão, na entrada ou na saída de um sócio. Responder no improviso sai caro.

O valor de uma empresa se apura. Sai do caixa que o negócio gera e do que compradores pagaram por empresas parecidas, ajustado pelo risco de a projeção não se confirmar. O que o dono sente e o que o concorrente comentou num almoço ficam de fora. Esse é o trabalho do valuation: a avaliação fundamentada do quanto vale o negócio. Na Evolua Capital, quem faz é quem negocia compra e venda de empresas no dia a dia: sócios com mais de 20 anos de experiência e mais de R$ 400 milhões em transações estratégicas assessoradas.

Achar que a empresa vale X é uma coisa. Sustentar isso na frente de um comprador é outra.

Quando o valor precisa estar de pé

Venda ou fusão

Antes de sentar com um comprador, você precisa saber o que está defendendo. O valuation dá a base técnica da conversa e evita que o primeiro número da mesa seja o do outro lado.

Uma proposta chegou

Chegou uma oferta e você não sabe se aquilo é muito ou pouco. Entender o que uma contraparte informada pagaria muda a resposta, e muda antes de você se apegar ao número.

Sucessão e governança familiar

Partilhas, holdings e acordos entre herdeiros pedem um valor de referência que todos aceitem. Um laudo técnico tira a divisão do campo emocional e coloca a conversa num terreno que os dois lados podem examinar.

Entrada de sócio ou investidor

Admitir alguém na sociedade exige colocar preço na participação. Um valor fundamentado protege a relação e reduz o risco de a sociedade começar num mal-entendido caro.

Saída de sócio

Quando um sócio sai, o preço da participação costuma ser o ponto mais sensível da separação — às vezes, o único. Uma avaliação independente dá aos dois lados uma referência para discutir sem transformar a conta em briga pessoal.

Disputas e arbitragem

Em juízo ou arbitragem, o laudo vai ser lido por quem quer derrubá-lo. Documentamos metodologia e premissas para que cada escolha do cálculo tenha resposta pronta.

Do primeiro documento ao laudo

  1. Entender o negócio

    Antes de qualquer planilha, olhamos como a empresa ganha dinheiro: clientes, contratos, ciclo de caixa, dependências. Avaliar bem começa por conhecer o que está sendo avaliado. E tudo isso já acontece sob acordo de confidencialidade, desde a primeira conversa.

  2. Arrumar os números

    Analisamos as demonstrações, separamos o que é da empresa do que é do dono e ajustamos os efeitos que distorcem o resultado. Em negócio de gestão familiar, isso é rotina. A meta é chegar ao resultado que a operação de fato entrega, com cada ajuste documentado dos dois lados.

  3. Fluxo de caixa e múltiplos

    Usamos o fluxo de caixa descontado, que estima o valor pela capacidade futura de gerar caixa, e os múltiplos de mercado, que comparam a empresa com negócios e transações semelhantes. Cada premissa é explicada em linguagem direta. O resultado é uma faixa, com os cenários que a sustentam, e você entende de onde ela veio.

  4. Discutir o resultado

    O laudo é entregue numa reunião. Sentamos com você, mostramos cenários e premissas e discutimos o que sustenta o valor e o que o pressiona. É a etapa que mais rende perguntas, e é nela que o documento vira instrumento de decisão.

  5. Entrega e sustentação

    Você recebe o laudo completo, com metodologia e memória de cálculo documentadas. Se o valor for questionado, por um comprador ou por um perito num processo, sustentamos tecnicamente cada premissa.

Boa parte das discussões sobre preço é discussão sem base. Um laudo bem-feito encurta a conversa.

O que fica na sua mão

Laudo de valuation completo

Documento técnico com o valor da empresa, as metodologias aplicadas, as premissas adotadas e os cenários considerados. Escrito para ser lido por quem decide e para aguentar contestação.

Memória de cálculo e premissas explícitas

Cada número tem origem rastreável. Você vê o que foi assumido e o quanto cada premissa mexe no resultado.

Leitura dos direcionadores de valor

Apontamos o que sustenta o valor do negócio e o que o pressiona. Mesmo que nenhuma transação aconteça agora, essa leitura mostra onde vale mexer.

Apresentação e discussão com os sócios

Reunião para apresentar o resultado, com espaço para perguntas e revisão de premissas. O trabalho termina quando quem decide entendeu o número.

Sustentação técnica do laudo

Se o laudo for usado em negociação, arbitragem ou juízo, defendemos as premissas diante de contrapartes, assessores e peritos.

Felipe Machado

Felipe Machado

Sócio Fundador e CEO

Daniel Miecznikowski

Daniel Miecznikowski

Sócio e Diretor de Diligência e Tributário

William Júlio de Oliveira

William Júlio de Oliveira

Sócio e Diretor Jurídico de M&A

Perguntas que chegam sempre

Esse laudo aguenta ser contestado?

É para isso que ele é escrito. Metodologia declarada, premissas visíveis uma a uma, memória de cálculo aberta: quem discordar precisa discordar de uma premissa específica e dizer por quê. Laudo que mostra só o número final cai no primeiro questionamento sério. E, se o valor for contestado numa negociação, numa arbitragem ou em juízo, quem assinou o trabalho é quem vai defendê-lo.

Meu contador conhece a empresa melhor que ninguém. Por que ele não faz?

Conhece, e vai ser um bom parceiro durante o trabalho: parte dos dados vem dele. Valuation, porém, é outra disciplina. Envolve projetar fluxo de caixa, precificar risco, escolher comparáveis e defender cada uma dessas escolhas, que é o terreno de quem assessora compra e venda de empresas. Some-se a isso o óbvio: em negociação e em disputa, um laudo assinado de fora da empresa pesa mais do que uma estimativa feita dentro dela.

Por quanto tempo o laudo continua valendo?

Vale enquanto as premissas que o sustentam continuarem de pé. Um contrato grande ganho ou perdido, resultado que muda de patamar, um concorrente novo, juros em outro lugar: qualquer um desses fatos pede revisão. Se a sua avaliação tem alguns anos e você vai usá-la numa conversa que importa, atualize antes. Laudo velho atrapalha mais do que ajuda.

Serve para resolver briga entre sócios ou partilha de família?

Serve, e é um dos usos mais comuns. Aqui o laudo cumpre um papel específico: dar às partes um valor que nenhuma delas escolheu. Quando cada lado chega com a sua própria conta, a conversa vira queda de braço. Um trabalho independente, com critério declarado, dá a todos um ponto de partida que pode ser examinado linha a linha. Isso não garante acordo. Encurta o caminho até ele.

Quem vai ver os números da minha empresa?

Quem trabalha no caso, e mais ninguém. O acordo de sigilo é assinado antes de o primeiro documento sair da sua mão. O material fica com a equipe do mandato, e o laudo circula só para as pessoas que você indicar, no formato que você preferir. Fora disso, nada sai sem a sua palavra. Se você preferir que nem a sua diretoria saiba do trabalho, o trabalho se organiza assim.

O que vocês vão precisar da minha empresa?

Menos do que a maioria imagina. Demonstrações dos últimos anos, contratos e o que explique como a operação funciona, além de algumas horas de conversa com você e com quem toca os números. Quando a informação está organizada, o trabalho anda rápido; quando não está, organizar vira a primeira etapa. Dizemos com franqueza, logo no começo, o que falta e o que dá para fazer com o que já existe.

Comece por uma conversa reservada sobre o valor da sua empresa. O que fazer com a resposta é decisão sua.