Capital para crescer sem vender um pedaço da empresa.
Operações de crédito desenhadas caso a caso, para expandir, reorganizar dívida já contratada ou financiar o giro. Cuidamos da análise, do desenho da operação e da negociação com bancos, fundos e investidores até a assinatura.
Chega um ponto em que o plano da empresa pede mais do que o crédito de prateleira consegue entregar. O que resolve é uma operação montada para o caso, com o prazo, as garantias e o instrumento tirados da realidade do negócio. A diferença aparece no custo e, sobretudo, no fôlego que sobra depois de pagar a parcela todo mês.
Do outro lado desse mercado estão bancos, fundos de crédito e investidores que analisam empresa por empresa, cada um com apetite por um tipo de risco. Todos eles querem entender a mesma coisa: de onde vem o caixa que paga a dívida. O trabalho é traduzir a empresa em números que sustentem essa conversa e levar a operação a quem tem apetite real por ela. Para quem sempre tratou de crédito com o gerente da conta, esse território parece longe. Com informação organizada e uma tese clara, ele fica ao alcance.
A taxa se discute em uma reunião. O prazo e as garantias, a empresa carrega por anos.
Quando esse caminho faz sentido
O investimento é maior que o limite disponível
A nova planta, a entrada em outro estado: o projeto já está de pé no papel e o crédito disponível hoje cobre só uma parte, ou cobre inteiro a um custo que come o retorno. Uma operação bem desenhada dá ao projeto o prazo que ele precisa para se pagar.
Dívida contratada em ano ruim
Reperfilar quer dizer renegociar prazo, custo e garantias do que já está contratado. Empréstimo tomado num aperto costuma vir com parcela curta e garantia pesada, condições que faziam sentido naquele momento e atrapalham agora. Dá para reorganizar isso em termos compatíveis com o caixa de hoje.
Capital de giro que come o caixa
Vender mais exige estoque maior e prazo maior para o cliente. Quando o crescimento aperta o caixa em vez de folgá-lo, quase sempre há um descasamento entre a hora em que a empresa paga e a hora em que ela recebe. Uma estrutura de giro com prazo adequado devolve fôlego à operação.
Crescer sem vender participação
Alguns projetos justificam trazer um sócio novo. Muitos não justificam. O crédito estruturado financia o crescimento e deixa a empresa inteira nas mãos de quem já está lá, o que faz dele uma alternativa concreta a vender equity, isto é, participação societária.
Garantias paradas no balanço
Imóveis, recebíveis e contratos de longo prazo carregam um valor que o crédito tradicional nem sempre enxerga. Bem amarrados numa estrutura, esses mesmos ativos sustentam operações com custo e prazo melhores.
Uma aquisição no horizonte
Comprar outra empresa à vista raramente é a melhor conta. Uma estrutura de dívida financia parte do preço e preserva caixa para a integração — que é onde a compra costuma dar trabalho de verdade. Como casa de M&A, olhamos a aquisição e o financiamento na mesma mesa.
Como a operação é montada
Análise dos números
Começamos pelos números: quanto de dívida o caixa aguenta, que garantias existem e em que pé está a empresa. Essa leitura define quanto captar e a que custo vale a pena captar. Sem ela, qualquer proposta de crédito vira palpite.
Desenho da operação
Aqui se decide o instrumento, o prazo que acompanha a geração de caixa e o pacote de garantias. Uma boa estrutura protege a empresa pelos anos em que a dívida fica no balanço, e o dia da assinatura é o mais fácil deles.
Ida ao mercado
Levamos a operação aos financiadores compatíveis com o porte e o setor da empresa: bancos, fundos de crédito, investidores. A lista é curta e montada junto com você. Cada um assina acordo de confidencialidade antes de ver qualquer número.
Negociação e contrato
Negociamos taxa, prazo e covenants, que são as obrigações que o financiador escreve no contrato, como limite de endividamento ou caixa mínimo. Covenant mal calibrado passa despercebido na assinatura e cobra a conta anos depois. Ficamos na mesa até o fechamento e explicamos cada cláusula antes de você assinar.
Contrato de dívida se lê uma vez e se cumpre por anos.
O que entregamos
Quanto de dívida a empresa aguenta
Uma leitura objetiva do quanto o caixa suporta, com quais garantias e em que prazo. Você chega a qualquer negociação sabendo a sua posição.
A operação desenhada no papel
Instrumento, prazo, garantias e o racional de cada escolha, tudo documentado. É o material que sustenta a conversa com qualquer financiador.
Portas abertas nos financiadores certos
Aproximação direta com bancos, fundos e investidores que combinam com o perfil da operação, sempre sob acordo de confidencialidade e no ritmo que você definir.
Negociação conduzida ao seu lado
Você não senta sozinho com o financiador. Do outro lado está quem negocia crédito todos os dias; do seu, fica alguém que faz o mesmo.
Os sócios na mesa
Sócios com mais de 20 anos de experiência conduzem o trabalho do começo ao fim. Quem analisou a operação é quem senta para negociá-la.

Felipe Machado
Sócio Fundador e CEO

Daniel Miecznikowski
Sócio e Diretor de Diligência e Tributário

William Júlio de Oliveira
Sócio e Diretor Jurídico de M&A
Quem fica sabendo que a empresa está atrás de dinheiro?
Só quem você autorizar. Antes de qualquer contato, montamos com você a lista de financiadores que serão procurados, e você aprova nome por nome; quem está fora dela não recebe nada. O material de abertura circula sem identificar a empresa, e cada financiador assina acordo de confidencialidade antes de ver qualquer número. Dentro da sua empresa, o trabalho costuma envolver você e quem cuida do financeiro — mais ninguém precisa saber.
Qual a diferença para um empréstimo comum no banco?
No produto de prateleira, a empresa se encaixa no que já existe: prazo padrão, garantia padrão. Na operação estruturada, prazo e garantias saem do fluxo de caixa do próprio negócio e são negociados, quando faz sentido, com mais de um financiador ao mesmo tempo. A diferença costuma aparecer no custo e aparece principalmente na liberdade que o contrato deixa para tocar a empresa. Para necessidade pontual e de valor pequeno, o crédito do seu banco de relacionamento resolve bem e sai mais rápido.
Vou precisar dar garantia pessoal?
Isso se resolve na etapa de desenho, e é uma das razões de ela existir. O pacote é montado primeiro com os ativos do próprio negócio: recebíveis, imóveis, contratos. Aval dos sócios é pedido com frequência nesse mercado, e quando ele entra, o que se negocia é o tamanho da garantia e por quanto tempo ela fica de pé. O que der para preservar do patrimônio pessoal, a estrutura preserva. O que não der, você fica sabendo antes de assinar.
O que são covenants e por que eles importam?
Covenants são as obrigações que o contrato impõe à empresa enquanto a dívida existir. Alguns são só de informação, como enviar balanço a cada trimestre. Outros travam decisão: limite de endividamento, caixa mínimo, restrição a distribuir lucro ou a comprar outra empresa sem autorização do credor. O problema aparece quando se aceita um número apertado no dia da assinatura, com tudo funcionando bem, e no meio do contrato a empresa se vê impedida de fazer justamente o movimento de que precisa. Negociar folga nesses limites é parte do trabalho, e é uma discussão muito mais difícil depois que o contrato está assinado.
E se o plano mudar depois que a dívida já estiver contratada?
Muda mesmo. Obra atrasa. Aparece uma oportunidade que ninguém tinha previsto. Por isso o desenho já trabalha com alguma folga: carência no início e espaço para pré-pagar quando o caixa permitir. Quando a mudança é grande, a saída costuma ser sentar de novo com o credor, e a hora certa de fazer isso é antes de descumprir qualquer cláusula, porque contrato em dia é o que te dá posição para negociar. Seguimos disponíveis depois da assinatura para essa conversa.
Por que a Evolua Capital?
Porque quem vai desenhar a sua dívida passa o resto do tempo comprando e vendendo empresas. Isso muda o olhar. Uma operação de crédito mexe na estrutura societária, no imposto e no que vai acontecer com a empresa numa sucessão ou numa venda futura, e esses assuntos ficam dentro de casa, nas práticas de Tributário, Societário, Sucessório e Finanças Estratégicas do Grupo Evolua. E tem a parte mais simples de todas: sentamos do seu lado da mesa e conduzimos a operação com você até o fim.
Traga o projeto e os números que já tiver. A primeira conversa é com um dos sócios e fica entre nós.
Outras soluções
Fusões & Aquisições
Assessoria na venda ou na compra de empresas, do primeiro diagnóstico à assinatura. Conduzimos processos competitivos, construídos para proteger o sigilo e defender o preço.
Valuation
Avaliação técnica do valor da empresa, feita a partir dos números da operação e de referências de mercado. Base para vender, planejar a sucessão, admitir um sócio ou resolver uma disputa societária.