Vender ou comprar uma empresa é decisão de uma vida. O processo tem que estar à altura.
Assessoria na venda ou na compra de empresas, do primeiro diagnóstico à assinatura. Conduzimos processos competitivos, construídos para proteger o sigilo e defender o preço.
Uma empresa leva décadas para ficar de pé e um processo só para mudar de dono. Se você começou a pensar no assunto, ou se alguém bateu à sua porta com uma proposta, já sentiu que o peso disso passa longe de um contrato comum. É patrimônio e é equipe. Muitas vezes é o nome da família na fachada. E tem a pergunta que fica martelando: como fazer isso bem sem que ninguém descubra antes da hora?
Do outro lado da mesa, quase sempre está alguém que já fez isso muitas vezes: fundos de investimento, grandes grupos, compradores profissionais. Para você, talvez seja a primeira transação da vida. O que fecha essa distância é preparo, somado a gente que já sentou muitas vezes nessa mesa. É para isso que existe a assessoria de M&A, sigla em inglês para fusões e aquisições.
Você faz isso uma vez na vida. O comprador faz isso o ano inteiro.
Quando faz sentido conversar
Alguém já ofereceu comprar
Um fundo ou um concorrente procurou você e o número até parece bom. Bom comparado a quê? Responder isso sozinho é negociar no escuro. O primeiro passo é entender quanto a empresa vale e o que aquela aproximação quer dizer de verdade.
Você começou a pensar em vender
Sem pressa e sem decisão tomada. Você quer saber quanto a empresa vale, como é um processo desses por dentro e o que precisaria arrumar antes. Tudo isso sem que funcionários, clientes ou o mercado fiquem sabendo.
A sucessão continua em aberto
Na família ou na sociedade, não aparece quem queira ou possa assumir. Uma venda bem conduzida costuma proteger as duas coisas ao mesmo tempo: o que foi construído e as relações que importam.
Seu setor está se consolidando
Concorrentes estão sendo comprados e a estrutura do mercado está mudando. Melhor avaliar as opções enquanto elas existem do que reagir quando sobrar só uma.
Você quer crescer comprando
Comprar um concorrente, entrar numa região nova. É o chamado buy-side: a assessoria a quem compra, da escolha do alvo até a assinatura. A lógica é a mesma da venda, invertida.
A sociedade precisa de um desfecho
Sócios com planos diferentes, participação a comprar ou a vender. Uma transação bem estruturada resolve a questão sem desgastar a empresa no caminho. E o desgaste, quando vem, aparece antes no time do que no balanço.
Da preparação à assinatura
Preparação
Todo mandato de venda, o sell-side no jargão do mercado, começa longe dos holofotes. Fazemos o diagnóstico da empresa, montamos a tese de valor (a leitura de por que ela vale o que vale, e para quem) e organizamos as informações que o mercado vai vasculhar. Como o grupo tem tributário, societário e sucessório dentro de casa, ajustamos antes o que o comprador acharia depois.
Valuation e materiais
O valuation é a avaliação econômica da empresa: uma faixa que se sustenta diante de pergunta difícil, e não um número para agradar. É dessa faixa que saem os materiais do processo, do resumo anônimo que abre conversas ao documento completo que as aprofunda.
Aproximação qualificada
Procuramos contrapartes de forma reservada: estratégicos (empresas do mesmo setor ou de setores vizinhos), fundos de investimento e famílias empresárias. A abordagem é feita uma a uma, sem identificar a empresa. O nome só aparece depois de acordo de confidencialidade assinado e interesse real demonstrado.
Negociação e diligência
Com propostas na mesa, conduzimos a negociação mantendo mais de uma alternativa viva. É isso que protege o vendedor. Na diligência, a auditoria detalhada que o comprador faz antes de assinar, coordenamos as respostas e defendemos a estrutura da transação cláusula a cláusula: preço, garantias e o que fica de responsabilidade sua depois da assinatura.
Fechamento
A assinatura resolve menos do que parece. Acompanhamos o cumprimento das condições precedentes, as obrigações que precisam ser concluídas entre assinar e o negócio valer de fato, e acompanhamos a transição. O que foi combinado ainda precisa acontecer, e isso leva tempo.
O sigilo vem antes de tudo no mandato. Antes da tese de valor, antes da primeira ligação.
Quem faz o trabalho
A Evolua Capital é a frente de capital do Grupo Evolua. Já assessoramos mais de R$ 400 milhões em transações estratégicas. O grupo atendeu mais de 450 empresas, em mais de 45 setores e mais de 10 estados, e mantém em casa as práticas de Tributário, Societário, Sucessório e Finanças Estratégicas, que trabalham ao lado do time de M&A. Quem conduz os mandatos são os sócios, profissionais com mais de 20 anos de experiência, a partir dos escritórios de Cascavel (PR), Brasília (DF) e Sorocaba (SP).

Felipe Machado
Sócio Fundador e CEO

Daniel Miecznikowski
Sócio e Diretor de Diligência e Tributário

William Júlio de Oliveira
Sócio e Diretor Jurídico de M&A
O que fica na sua mão
Uma leitura honesta do valor
O que sustenta o valor da sua empresa e o que o enfraquece, dito na lata. Você entra em qualquer conversa com o mercado já sabendo qual faixa dá para defender.
Processo montado em torno do sigilo
Abordagens anônimas, acordo de confidencialidade antes de qualquer identificação, informação liberada por etapas. O processo é montado para que funcionários, clientes e concorrentes só saibam quando você decidir. E se você decidir.
Acesso qualificado a contrapartes
Mapeamento criterioso de estratégicos, fundos e famílias empresárias com aderência real à sua empresa. Cada aproximação é escolhida uma a uma, e cada uma delas tem um motivo para estar na lista.
As disciplinas do grupo dentro da diligência
Tributário, societário, sucessório e finanças estratégicas na mesma casa. Eles procuram os pontos sensíveis antes que os assessores do outro lado cheguem lá. É bem melhor achar em casa.
Sócios na mesa, do início ao fim
Quem conduz o mandato são os sócios: Felipe Machado, Claudio Sotana, Daniel Miecznikowski e William Júlio de Oliveira. Do primeiro diagnóstico à assinatura, você sabe com quem está falando.
E se a informação vazar? Funcionários, clientes e concorrentes não podem saber.
Esse é o medo mais comum de quem vende, e ele tem fundamento. Por isso o processo é construído do sigilo para fora. A primeira abordagem não identifica a empresa. O nome só aparece depois de acordo de confidencialidade assinado. A informação é liberada em camadas, conforme o interesse do outro lado se confirma. Cada contraparte entra na conversa uma a uma, no ritmo que você autorizar.
Já tenho uma proposta na mesa. Preciso mesmo de um processo?
Uma proposta sozinha negocia contra si mesma. Sem alternativa viva, você fica sem saber se o número é bom e sem força para melhorá-lo. O processo competitivo cria comparação, e é a comparação que protege o vendedor. Acontece de a primeira proposta ser mesmo a melhor de todas. Você só descobre isso depois de olhar as outras.
O que acontece com os meus funcionários?
É a pergunta que mais aparece, e ela tem resposta: esse assunto se negocia. O que acontece com o time entra na mesa junto com preço e garantias, e pode virar compromisso escrito, da continuidade do time às condições de trabalho. Quanto mais cedo você colocar isso como prioridade, mais espaço tem para defender. Enquanto o processo corre, o time fica de fora dele: a informação circula em camadas, e o anúncio interno é planejado com você.
Vou receber o valor todo à vista?
Nem sempre. É comum a proposta trazer parte do preço à vista e parte condicionada a resultado futuro, o chamado earn-out, ou parcelada ao longo de alguns anos. Cada formato muda o risco que fica com você depois de assinar. Na negociação, tratamos o desenho do pagamento com o mesmo cuidado do preço. Um número grande com recebimento frágil vale menos do que parece.
Quem senta à mesa comigo?
Os sócios, em pessoa. Claudio Sotana lidera originação e execução. Daniel Miecznikowski cuida da diligência e do tributário. William Júlio de Oliveira responde pelo jurídico de M&A. Felipe Machado, sócio fundador e CEO, acompanha os mandatos. São profissionais com mais de 20 anos de experiência, e são eles que ficam com você do primeiro diagnóstico à assinatura.
E se eu começar o processo e decidir não vender?
Acontece, e é um desfecho legítimo. Quem manda na decisão é você, em qualquer etapa do mandato. Muita gente entra no processo para entender o próprio valor e as opções, e sai dele com a empresa na mão e uma leitura clara do que precisa arrumar. Nesse caso, o trabalho de preparação continua valendo para a próxima vez que o assunto voltar.
Comece por uma conversa reservada, sob sigilo, antes de qualquer decisão. Só para enxergar quais são os caminhos.
Outras soluções
Valuation
Avaliação técnica do valor da empresa, feita a partir dos números da operação e de referências de mercado. Base para vender, planejar a sucessão, admitir um sócio ou resolver uma disputa societária.
Crédito Estruturado
Operações de crédito desenhadas caso a caso, para expandir, reorganizar dívida já contratada ou financiar o giro. Cuidamos da análise, do desenho da operação e da negociação com bancos, fundos e investidores até a assinatura.